research article
Interculturalidade e Transculturalidade: Um diálogo entre R. Fornet-Betancourt e S. Castro-Gómez ao redor ensino de filosofia
Abstract
The objective of this article is to point out the turning points between the educational proposals of interculturality developed by Fornet-Betancourt and that of transculturality worked on by S. Castro-Gómez taking as a discussion scenario the analysis of the current crisis in the teaching of philosophy formulated, in principle, by the Cuban philosopher. First, a diagnosis of this crisis will be presented to explain the reasons why philosophy, in an intercultural key, would be able to respond to this challenge. Subsequently, the argument will be analyzed according to which the current crisis in the teaching of philosophy is due, among other things, to some effects of neoliberalism, understanding it as a colonial legacy, and then, based on the thesis of the "zero point" of the Colombian philosopher S. Castro-Gómez, we will insinuate that the intention to "exclude" philosophy for not serving the interests of domination, as expounded by the Cuban philosopher, can be understood in another way: it is not that it is a question of really expel it; What it is rather about is that it be watched and observed by knowledge that is not, at the same time, observed.El objetivo de este artículo es señalar los puntos de inflexión entre las propuestas educativas de interculturalidad desarrolladapor Fornet-Betancourt y la de transculturalidad trabajada por S. Castro-Gómez tomando como escenario de discusión el análisis de la crisis actual de la enseñanza de la filosofía formulada, en principio, por el filósofo cubano. Se presentará, primero, un diagnóstico de dicha crisis para explicar las razones de por qué la filosofía, en clave intercultural, sería capaz de responder a este desafío. Posteriormente, se analizará el argumento según el cual la crisis actual de la enseñanza de la filosofía obedece, entre otras cosas, a unos efectos del neoliberalismo, entendiéndolo como herencia colonial, para luego, con base en la tesis del «punto cero» del filósofo colombiano S. Castro-Gómez, insinuar que la intención de «excluir» la filosofía por no servir a intereses de dominación, como lo expone el filósofo cubano, puede ser entendida de otra manera: no es que se trate deexpulsarla realmente; de lo que se trata más bien es que sea vigilada y observada por saberes que no sean, a la vez, observados.O objetivo deste artigo é apontar os pontos de inflexão entre as propostas educativas de interculturalidade desenvolvidas de Fornet-Betancourt e o da transculturalidade trabalhado por S. Castro-Gómez tomando como cenário de discussão a análise da atual crise no ensino de filosofia formulada, em princípio, pelo filósofo cubano. Em primeiro lugar, será apresentado um diagnóstico desta crise para explicar as razões pelas quais a filosofia, numa chave intercultural, seria capaz de responder a este desafio. Posteriormente, será analisado o argumento segundo o qual a atual crise no ensino da filosofia se deve, entre outras coisas, a alguns efeitos do neoliberalismo, entendendo-o como um legado colonial, e a seguir, com base na tese do "ponto zero" do filósofo colombiano S. Castro-Gómez, insinuamos que a intenção de "excluir" a filosofia por não servir aos interesses da dominação, tal como expôs o filósofo cubano, pode ser entendida de outra forma: não é que se trate de realmente expulsá-lo; Trata-se antes de ser observado e observado por um conhecimento que não é, ao mesmo tempo, observado- info:eu-repo/semantics/article
- info:eu-repo/semantics/publishedVersion
- Interculturalidad, transculturalidad, enseñanza de la filosofía, colonialidad del saber.
- Interculturality, transculturality, teaching of philosophy, coloniality of knowledge.
- Interculturalidade, transculturalidade, ensino da filosofia, colonialidade do conhecimento.