ANTAC – Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído
Abstract
1Juarez Hoppe Filho
1Universidade Federal do Oeste da Bahia
Barreiras – BA - Brasil
Recebido em 16/02/24
Aceito em 17/04/24
The compressive strength evolution of concrete is water availability and temperature dependent on its surroundings. Water restriction reduces the hydration rate of Portland cement and, consequently, the compressive strength. The increase in temperature enhances hydration and compressive strength at early ages. Opposite behavior can be observed at more advanced ages. In the present study, class C30 machined structural concrete, used in a predominantly residential construction development, was subjected to different curing conditions to analyze the effects on compressive strength at 3, 7, and 28 days. The reference curing procedure followed regulatory guidelines (NBR 5738). In the laboratory, the concrete was cured in air and sealed condition's using PVC film. At the site (on site), the concrete was chemically cured with the paraffinic hydrocarbon emulsion. Alternative curing procedures reduced the compressive strength of the concrete at all ages analyzed, with a variation between 7 and 30%. Chemical curing was the one that resulted in a great reduction in the concrete's compressive strength, despite the evolution of mass loss due to drying being similar to that of air curing.A evolução da resistência à compressão do concreto é dependente da disponibilidade de água e da temperatura no seu entorno. A restrição à água reduz a taxa de hidratação do cimento Portland e, consequentemente, a resistência à compressão. O aumento da temperatura potencializa a hidratação e a resistência à compressão nas primeiras idades. Nas idades mais avançadas, comportamento inverso pode ser observado. No presente estudo, o concreto estrutural usinadode classe C30, utilizado na execução de um empreendimento predominantemente residencial, foi submetido a diferentes condições de cura para análise dos efeitos sobre a resistência à compressão nas idades de 3, 7 e 28 dias. O procedimento de cura de referência seguiu as diretrizes normativas (NBR 5738). No laboratório, o concreto foi curado ao ar e na condição selada, utilizando filme de PVC. Na obra (in loco), o concreto foi submetido à cura química, com a aplicação de emulsão de hidrocarbonetos parafínicos. Os procedimentos de cura alternativos reduziram a resistência à compressão do concreto em todas as idades analisadas, com variação entre 7 e 30%. A cura química foi a que resultou na maior redução de resistência à compressão do concreto, apesar da evolução de perda de massa por secagem se assemelhar àquela da cura ao ar
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