Introduction: Strangulated inguinal hernia is a surgical emergency requiring prompt intervention. The choice between laparoscopic and open repair remains controversial, with limited evidence comparing outcomes in the context of strangulation. This study aims to compare the efficacy, safety, and postoperative outcomes of laparoscopic versus open repair for strangulated inguinal hernia.
Methods: A systematic review and meta-analysis were conducted following PRISMA guidelines. Databases including PubMed, Embase, and Cochrane Library were searched for studies comparing laparoscopic and open repair for strangulated inguinal hernia. Primary outcomes included operative time, postoperative complications, length of hospital stay, and recurrence rates. Secondary outcomes included mortality and conversion rates. Statistical analysis was performed using RevMan 5.4, with Egger’s test used to assess publication bias.
Results: Ten studies involving 1250 patients were included. Laparoscopic repair was associated with shorter hospital stays (mean difference: -1.2 days, 95% CI: -1.8 to -0.6, p < 0.001) and lower rates of wound infections (OR: 0.45, 95% CI: 0.28–0.72, p = 0.001). However, operative time was longer in the laparoscopic group (mean difference: 15.3 minutes, 95% CI: 8.2–22.4, p < 0.001). No significant differences were observed in recurrence rates, mortality, or bowel resection rates. Egger’s test indicated no significant publication bias (p = 0.12).
Conclusion: Laparoscopic repair for strangulated inguinal hernia is associated with shorter hospital stays and fewer wound infections but requires longer operative times compared to open repair. Both techniques are comparable in terms of recurrence and mortality rates.Introdução: A hérnia inguinal estrangulada é uma emergência cirúrgica que requer intervenção imediata. A escolha entre a reparação laparoscópica e a reparação aberta continua a ser controversa, com evidência limitada na comparação dos resultados no contexto do estrangulamento. Este estudo tem como objetivo comparar a eficácia, segurança e resultados pós-operatórios da reparação laparoscópica versus a reparação aberta da hérnia inguinal estrangulada.
Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática e meta-análise de acordo com as diretrizes PRISMA. Foram pesquisadas bases de dados, incluindo PubMed, Embase e Cochrane Library, para estudos que compararam a reparação laparoscópica e aberta da hérnia inguinal estrangulada. Os desfechos primários incluíram o tempo operatório, complicações pós-operatórias, duração da hospitalização e taxas de recorrência. Os desfechos secundários incluíram mortalidade e taxas de conversão. A análise estatística foi realizada com o software RevMan 5.4, e o teste de Egger foi utilizado para avaliar o viés de publicação.
Resultados: Foram incluídos dez estudos, envolvendo um total de 1250 doentes. A reparação laparoscópica esteve associada a uma menor duração da hospitalização (diferença média: -1,2 dias, IC 95%: -1,8 a -0,6, p < 0,001) e a menores taxas de infeção da ferida cirúrgica (OR: 0,45, IC 95%: 0,28–0,72, p = 0,001). No entanto, o tempo operatório foi mais longo no grupo laparoscópico (diferença média: 15,3 minutos, IC 95%: 8,2–22,4, p < 0,001). Não foram observadas diferenças significativas nas taxas de recorrência, mortalidade ou resseção intestinal. O teste de Egger não indicou viés de publicação significativo (p = 0,12).
Conclusão: A reparação laparoscópica da hérnia inguinal estrangulada está associada a uma menor duração da hospitalização e a menores taxas de infeção da ferida cirúrgica, mas requer um tempo operatório mais longo em comparação com a reparação aberta. Ambas as técnicas apresentam resultados semelhantes em termos de taxas de recorrência e mortalidade
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