Este artigo buscou analisar a trajetória do movimento lésbico brasileiro durante os anos finais da Ditadura Militar, representado pelo Grupo de Ação Lésbica Feminista (GALF) e pelo boletim Chanacomchana. Para isso, o trabalho contou com quatro eixos principais: 1) O “racha” do SOMOS e o surgimento do GALF; 2) Chanacomchana e a politização das lésbicas; 3) o feminismo e as lésbicas; e 4) A repressão. A análise foi baseada em uma revisão bibliográfica e de documentos já produzidos sobre o assunto
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