Abstract

This study aimed to analyze the access of the black population of Campinas, based on residential distance, to public leisure facilities in nature in the city. To do so, it uses official data provided by the municipality and georeferencing of the distribution of Social Function Green Areas use juxtaposed with racial data from the 2010 census. Following the evolution of urban morphology and the expansion of the city’s perimeter, which occurred through regular migratory movements bringing people in search of better living conditions (mostly black), it is possible to conclude that the city of Campinas reproduces a dispersed model of urbanization, impacting access to already precarious public leisure spaces since the abolition of slavery.  Este estudo teve por objetivo analisar o acesso da população negra de Campinas, com base na distância de moradia, aos equipamentos públicos de lazer na natureza instalados na cidade. Foram utilizados dados oficiais fornecidos pelo município e aqueles relativos ao georreferenciamento da distribuição das Áreas Verdes de Função Social cotejados com os dados raciais do Censo 2010. Por meio do acompanhamento da evolução da morfologia urbana e do aumento do perímetro oficial da cidade, ocorrido como resultado de movimentos migratórios regulares, os quais trouxeram pessoas em busca de melhores condições de vida (em sua maioria negras), conclui-se que Campinas reproduz um modelo de urbanização dispersa, que impacta o acesso aos espaços públicos de lazer já precarizados desde o processo da abolição escravagista

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Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (Portal de Publicações da ANPUR)

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Last time updated on 20/02/2025

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