Fundação Universidade do Vale do Itajaí - Univali
Doi
Abstract
Contextualization: The article examines the role of the Brazilian Supreme Federal Court (STF) in safeguarding environmental public policies, focusing on the Allegation of Non-Compliance with a Fundamental Precept (ADPF) No. 743. The historical context includes environmental setbacks during the Bolsonaro administration (2019–2022), characterized by the dismantling of policies and environmental agencies, along with climate crises exacerbated by wildfires in the Amazon and Pantanal. The analysis highlights the "Green Package," a set of legal actions aimed at curbing these violations.
Objective: The primary goal is to investigate how ADPF No. 743 was used to defend the fundamental right to an ecologically balanced environment, as outlined in the 1988 Constitution. The article seeks to understand the STF's stance regarding the State of Unconstitutional Affairs argued by the action's proponents, aiming to protect biomes and promote sustainable development.
Methodology: The research adopts an inductive approach, employing a monographic method to analyze ADPF No. 743. It uses documentary and bibliographic research techniques to contextualize environmental public policies and the STF's actions. The legal basis relies on Brazilian legislation, doctrines, and judicial decisions.
Results: The STF acknowledged the seriousness of the wildfires and mandated measures to prevent further environmental disasters, including requiring the federal government to present a detailed action plan. However, the Court did not declare the State of Unconstitutional Affairs, citing a lack of evidence for systematic and widespread violations. The decision underscored the importance of judicial oversight in safeguarding fundamental environmental rights and emphasized the need for joint actions by the State and civil society to address the environmental crisis.Contextualización: El artículo examina el papel del Supremo Tribunal Federal (STF) en la protección de las políticas públicas ambientales, destacando la Argución de Incumplimiento de Precepto Fundamental (ADPF) n.º 743. El contexto histórico analizado incluye retrocesos ambientales durante el gobierno de Bolsonaro (2019-2022), marcados por el desmantelamiento de políticas y organismos ambientales, además de crisis climáticas agravadas por incendios en la Amazonía y el Pantanal. El análisis resalta el "Paquete Verde," un conjunto de acciones judiciales dirigidas a contener estas violaciones.
Objetivo: El objetivo principal es investigar cómo se utilizó la ADPF n.º 743 para defender el derecho fundamental a un medio ambiente ecológicamente equilibrado, según lo dispuesto en la Constitución de 1988. El artículo busca comprender la postura del STF frente al Estado de Cosas Inconstitucional argumentado por los autores de la acción, con el propósito de proteger los biomas y promover el desarrollo sostenible.
Método: La investigación adopta un enfoque inductivo, utilizando el método monográfico para analizar la ADPF n.º 743. Se emplean técnicas de investigación documental y bibliográfica para contextualizar las políticas públicas ambientales y la actuación del STF. La fundamentación jurídica se basa en la legislación brasileña, doctrinas y decisiones judiciales relacionadas.
Resultados: El STF reconoció la gravedad de los incendios y determinó medidas para prevenir nuevos desastres ambientales, incluida la presentación de un plan de acción detallado por parte del gobierno federal. Sin embargo, el tribunal no declaró el Estado de Cosas Inconstitucional, argumentando la falta de evidencias de violaciones sistemáticas y generalizadas. La decisión subrayó la importancia del control judicial en la garantía de los derechos fundamentales ambientales y destacó la necesidad de acciones conjuntas entre el Estado y la sociedad civil para mitigar la crisis ambiental.Contextualização: O artigo examina o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) na proteção de políticas públicas ambientais, destacando a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 743. O contexto histórico analisado inclui retrocessos ambientais durante o governo Bolsonaro (2019-2022), marcados pelo desmantelamento de políticas e órgãos ambientais, além de crises climáticas agravadas por queimadas na Amazônia e no Pantanal. A análise destaca o "Pacote Verde", conjunto de ações judiciais que buscam conter essas violações.
Objetivo: O principal objetivo é investigar como a ADPF nº 743 foi utilizada para defender o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, conforme a Constituição de 1988. O artigo busca compreender a postura do STF em face do Estado de Coisas Inconstitucional argumentado pelos autores da ação, visando a proteção de biomas e a promoção do desenvolvimento sustentável.
Metodologia: A pesquisa adota uma abordagem indutiva, com método monográfico, analisando a ADPF nº 743. São empregadas técnicas de pesquisa documental e bibliográfica para contextualizar as políticas públicas ambientais e a atuação do STF. A fundamentação jurídica se baseia na legislação brasileira, doutrinas e decisões judiciais relacionadas.
Resultados: O STF reconheceu a gravidade das queimadas e determinou medidas para prevenir novos desastres ambientais, incluindo a apresentação de um plano de ação detalhado pelo governo federal. Contudo, a Corte não declarou o Estado de Coisas Inconstitucional, alegando ausência de evidências de violações sistemáticas e generalizadas. A decisão sublinhou a importância do controle judicial na garantia dos direitos fundamentais ambientais e destacou a necessidade de ações conjuntas do Estado e da sociedade civil para mitigar a crise ambiental
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