The present research explores how consumers perceive pet adoption in different contexts. Specifically, it aims to assess how pet adoption intentions differ when we are encouraged by medical and close-relative advice, as well as we attribute hedonic and utilitarian values to the pets when facing a mental health framework. In this research, these questions are explored where a new perspective regarding consumer behavior towards the impact of pets on human mental health is proposed. While past research has suggested that there is a stronger attachment to hedonic possessions, rather than utilitarian ones, in the present study, it was observed that the type of advice - medical or close-relative -, does not significantly impact emotional connections to pets. In fact, pets were perceived more as experiential, rather than material, regardless of the type of advice. Thus, attachment to pets relies more on emotional connections, rather than on the context itself. Regarding the adopter’s psychological attributes, it was found that relational attributes are favored over self-improvement ones. Furthermore, although Animal-Assisted Therapy is perceived as safe and credible, there may be a slight skepticism towards it. The present study adds to the literature on pet adoption, which has an increased relevance for different fields in the marketing area, as understanding how pets may influence consumer behavior beyond the immediate context of pet ownership is crucial for the companies’ strategies to thrive. Lastly, it offers a new perspective regarding the impact of pets on human mental health.O presente estudo explora como os consumidores percepcionam a adoção de animais de estimação em diferentes contextos. Especificamente, pretende avaliar como as intenções de adoção diferem quando recebemos conselhos médicos ou de familiares próximos, bem como quando lhes atribuímos valores hedónicos e utilitários perante um quadro de saúde mental. Estas questões são exploradas, enquanto uma nova perspetiva do comportamento do consumidor face ao impacto dos animais de estimação na saúde mental é proposta. Enquanto pesquisas anteriores sugeriram uma maior ligação aos bens hedónicos do que aos utilitários, no presente estudo, observou-se que o tipo de aconselhamento - médico ou de parentes próximos - não tem impacto significativo nas ligações emocionais com os animais. De facto, estes foram considerados mais experienciais do que materiais, independentemente do tipo de aconselhamento. Assim, a relação com os mesmos assenta maioritariamente nas ligações emocionais do que no contexto. Relativamente aos atributos psicológicos da pessoa que adota, os relacionais são mais favorecidos do que os de desenvolvimento pessoal. Além disso, embora a Terapia Assistida por Animais seja considerada segura e credível, pode ainda haver um ligeiro ceticismo. O presente estudo contribui para a literatura sobre a adoção de animais de estimação, que tem uma relevância crescente para diferentes áreas do marketing, uma vez que compreender de que forma os mesmos podem influenciar o comportamento do consumidor para além do contexto imediato da sua posse é crucial para o sucesso das estratégias das empresas. Por fim, oferece uma nova perspetiva sobre o seu impacto na saúde mental
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