Abstract

Neste trabalho propomos uma análise do texto de introdução da “Declaração Universal dos Direitos Linguísticos”, publicada em 1996 pela UNESCO, refletindo sobre como esta significada a questão linguística. Para isto colocamos a questão: que lugar ocupa o sentido da palavra língua nestes textos e como este sentido produzirá um conhecimento articulado e regulado pela Instituição que o enuncia? Este percurso nos permitirá refletir sobre uma história de ideias linguísticas à que tentaremos articular o lugar institucional que, ao enunciar, faz funcionar determinados sentidos sobre o que significa(ria) a palavra língua, objeto de nossa análise, produzindo, portanto, um saber linguístico. Esta análise linguística nos coloca dentro do quadro epistemológico da História das Ideias Linguísticas e da Semântica da Enunciação

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