This report describes the experience of an intervention by Psychology professionals and students in the context of emergency and disaster in a shelter during the biggest socio-climatic disaster in the history of Rio Grande do Sul (RS). In May 2024, the campus of a private university was occupied by around 8,000 people, which required intense participation from civil society. This intervention was led by six Psychology teachers together with 111 volunteers from the area, including professionals and undergraduate students. Different working groups were organized, in stages that included training, contact with local authorities and the Regional Psychology Council, organization of a daily routine and creation of methods to record and communicate crucial information. The first actions involved bringing together all volunteers for integrated action, establishing a work schedule, having a base meeting room, mapping resources at the shelter and creating self-care routines. The next steps were articulating work with the municipal network, improving internal flows, assigning tasks to psychologists, interns and academics and recording protocol for continuous monitoring cases (n = 213) made up of 74% women (average age = 35 .60 years; SD = 14.67; age range 4 to 82 years). The Psychology intervention lasted one month and was replaced by public health services as soon as possible. The challenges involved the lack of prior training in disaster management and the absence of government contingency plans, highlighting the need for investment in professional psychology training to work in emergencies and disasters.Este relato describe la experiencia de una intervención de profesionales y estudiantes de Psicología en un contexto de emergencia y desastre en un refugio durante el mayor desastre socioclimático en la historia de Rio Grande do Sul (RS). En mayo de 2024, el campus de una universidad privada fue ocupado por aproximadamente 8,000 personas, lo que exigió una intensa participación de la sociedad civil. Esta intervención fue liderada por seis profesores de Psicología junto con 111 voluntarios del área, entre profesionales y estudiantes de grado.Se organizaron diferentes grupos de trabajo en etapas que incluyeron capacitación, contacto con autoridades locales y el Consejo Regional de Psicología, organización de una rutina diaria y creación de métodos para registrar y comunicar información crucial. Las primeras acciones implicaron reunir a todos los voluntarios para una actuación integrada, establecer un cronograma de trabajo, disponer de una sala base para reuniones, mapear recursos en el refugio y crear rutinas de autocuidado.Los pasos siguientes incluyeron la articulación del trabajo con la red, la mejora de los flujos internos, la asignación de tareas a psicólogos, practicantes y académicos, y la creación de un protocolo de registro para casos de seguimiento continuo (n = 213), compuestos por un 74% de mujeres (edad media = 35,60 años; DE = 14,67; rango de edad de 4 a 82 años).La intervención de Psicología duró un mes y fue reemplazada por los servicios de salud pública tan pronto como fue posible. Los desafíos incluyeron la falta de capacitación previa en gestión de desastres y la ausencia de planes de contingencia gubernamentales, destacando la necesidad de formación profissional para actuation in emergencias y desastres.Este relato descreve a experiência de uma intervenção de profissionais e estudantes de Psicologia em contexto de emergência e desastre em um abrigo no maior desastre socioclimático da história do Rio Grande do Sul (RS). Em maio de 2024, o campus de uma universidade privada foi ocupado por cerca de 8.000 pessoas, o que exigiu participação intensa da sociedade civil. Esta intervenção foi capitaneada por seis professores de Psicologia juntamente com 111 voluntários da área, entre profissionais e estudantes de graduação. Foram organizados diferentes grupos de trabalho, em etapas que incluíram treinamento, contato com autoridades locais e Conselho Regional de Psicologia, organização de uma rotina diária e criação de métodos para registrar e comunicar informações cruciais. As primeiras ações implicaram em reunir todos voluntários para atuação integrada, estabelecer uma escala de trabalho, ter uma sala base de encontro, mapear recursos no abrigo e criar rotinas de autocuidado. Os passos seguintes foram articulação do trabalho com a rede, melhoria dos fluxos internos, atribuição de tarefas aos psicólogos, estagiários e acadêmicos e protocolo de registro para casos de acompanhamento contínuo (n = 213) compostas por 74% de mulheres (idade média = 35,60 anos; DP = 14,67; faixa etária de 4 a 82 anos), A intervenção da Psicologia durou um mês e foi substituída pelos serviços de saúde pública assim que possível. Os desafios envolveram a falta de treinamento prévio em gerenciamento de desastres e a ausência de planos de contingência governamentais, destacando a necessidade de investimentos na formação profissional da psicologia para atuação em emergências e desastres
Is data on this page outdated, violates copyrights or anything else? Report the problem now and we will take corresponding actions after reviewing your request.