“A história dos textos manuscritos de Diogo do Couto é extremamente acidentada: roubos, desaparecimentos inexplicáveis, incêndios, etc. Não é por isso de estranhar que o cronista se tenha visto obrigado a reescrever muitas das suas obras, de que são hoje conhecidas duas e, por vezes, mais versões. Neste contexto, a problemática que se levanta em torno da Década 8ª da Ásia (1564-1571) e que passarei a expor, não pode ser encarada como um caso singular na obra deste escritor. […]
Is data on this page outdated, violates copyrights or anything else? Report the problem now and we will take corresponding actions after reviewing your request.