A beleza do mundo como uma questão vital: a resistência estética contra dinâmicas de destruição

Abstract

Das Ringen um die Formgebung im Schaffensprozess und auch die nachvollziehende Erfahrung der ästhetisch stimmigen Form sind mit erlebter Sinngenerierung verbunden. Diese Erfahrungen steigern die Intensität des Lebens und vermitteln ein Gefühl des Lebendig-Seins in vollem Umfang, indem sie aus der Routine des Alltags herausführen und existentiellen Staunen und innere Erneuerung hervorrufen. Sie können uns erschüttern und Platz für neue Einsichten und Entwicklungen schaffen. Ästhetische Erfahrungen zeigen uns unsere Verstrickung und unsere Verwandtschaft mit der Welt, denn wir leben für die Liebe zur Welt, für ihre Schönheit, wie Hannah Arendt es ausdrückte. Das bedeutet Lebendig-Sein in vollem Umfang. Es geht um einen neuen, poetischen Materialismus und um die Frage, wie wir unsere innere Verwandtschaft mit der Welt wahrnehmen, erfahren und verteidigen.O sentido para o belo e a experiência estética não são um luxo, mas sim uma necessidade de caráter existencial. Este ensaio trata de uma fenomenologia da experiência estética e de seu papel no processo de vida. Especialmente nas situações extremas, como a vivida por Viktor Frankl no campo de concentração nazista e descritas em seu livro "Em busca de sentido", a experiência da beleza como um contra-horizonte é importante para a sobrevivência psicológica. Ela oferece um tipo de resistência contra destruição e autodestruição. As questões de estética não podem ser consideradas independentemente dos aspectos políticos e éticos. A disputa pela forma no processo criativo, assim como a experiência de uma forma estética coerente, estão ligadas à geração de significado. Essas experiências aumentam a intensidade da vida, transmitindo uma sensação de viver em plenitude, tirando-nos da rotina da vida cotidiana e evocando a maravilha existencial e a renovação interior. Elas podem nos sacudir e abrir espaço para novas percepções e desenvolvimentos. As experiências estéticas nos mostram nosso envolvimento e nosso parentesco com o mundo, porque vivemos por amor ao mundo, por sua beleza, como disse Hannah Arendt. Isso significa estar totalmente vivo. Trata-se de um novo materialismo poético e da questão de como percebemos, experimentamos e defendemos nosso parentesco interno com o mundo

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Last time updated on 01/06/2024

This paper was published in Em Questao.

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