Este artigo propõe-se a discutir a cientificidade dos métodos e técnicas utilizados na área da Linguística Forense, baseando-se em uma matéria da Folha de S.Paulo acerca do caso QAnon. Trabalhos como os de Japiassu (1994), Fourez (1995), Okasha (2002), McMenamin (2002) e Almeida (2015) foram consultados para a fundamentação da discussão em torno dos procedimentos adotados em atribuição de autoria, observando quais são considerados mais (ou menos) científicos. Tendo em vista o exposto, foi realizada uma revisão da literatura e estudo de casos. Ao longo da discussão, foi possível perceber o prestígio que a objetividade e a quantificação de dados costumam receber por parte das autoridades jurídicas e acadêmicas. Desta forma, a partir do caso investigado, pôde-se inferir a valorização das análises quantitativas em detrimento das qualitativas
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