O presente artigo tem como objetivo apresentar reflexões acerca das possibilidades e dos limites para a formação da consciência e da identidade de classe junto aos adolescentes criminalizados e em cumprimento de medida socioeducativa. Para isto, apresentaremos a experiência educativa “Cooperativa Arte Marginal”, nascida de uma situação inusitada de suposto ato infracional e que se tornou em uma saída antipunitivista e educativa. Utilizamos os estudos de Marx e Engels sobre consciências para elaborar sobre a experiência, bem como das elaborações da pedagogia socialista de Anton Makarenko. Como síntese, concluímos que ações coletivas permitem saltos significativos para o processo de formação da consciência crítica e da identidade de classe, ainda que limites permaneçam colocados. 
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