A partir da experiência de trocar cartas com estudantes de uma escola pública durante a pandemia de sars-cov-2 nos defrontamos com a seguinte questão: o que pode uma correspondência pedagógica comprometida com o “tempo livre” e com a educação pública? Na primeira sessão deste artigo discutimos o conceito da forma escolar de Jan Masschelein e Marteen Simons e propomos quatro pistas para explorar as potências da escrita de cartas pedagógicas. Alteridade, amorosidade, encontro e errância são os gestos educativos que emergem destas pistas. Na segunda sessão, discutimos a importância da estesia provocada pela utilização de linguagens artísticas e culturais em nossa correspondência. Finalizamos o artigo de forma descritiva, conduzindo uma leitura em sobrevoo ao conteúdo das cartas, em que temas da disciplina ecologia são interpelados por questões relacionadas aos povos indígenas no Brasil
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