Transtorno mental consiste em uma alteração na cognição, na regulação emocional ou no comportamento acarretando sofrimento e incapacidade. Cerca de 450 milhões de pessoas são afetadas em todo o mundo por esses transtornos, destacando-se os de ansiedade e depressão. Objetiva-se com esse trabalho correlacionar a formação médica aos transtornos emocionais, abordando os fatores de vulnerabilidade em acadêmicos de medicina. A metodologia utilizada para a elaboração do resumo expandido foi a busca de artigos em bancos de dados como a Biblioteca Virtual em Saúde e SciELO. Segundo os artigos pesquisados, a formação médica apresenta muitos fatores estressores que estão associados ao desenvolvimento de ansiedade e depressão. Diante disso, estudos demonstram que esses fatores interferem na saúde mental dos acadêmicos, tornando-os mais vulneráveis ao desenvolvimento de transtornos emocionais. Nesse contexto, a graduação pode acarretar: maior propensão para o abuso de substâncias lícitas e ilícitas, mal desempenho acadêmico, insônia, comprometimento funcional do organismo, abandono do curso e até mesmo suicídio. Portanto, é importante que as universidades adotem medidas que amenizem o sofrimento mental dos acadêmicos gerado durante a formação médica. Além disso, o discente deve reconhecer a importância do cuidado com a sua saúde mental para que esteja apto a cuidar da melhor forma possível da saúde de seus pacientes
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