research

Inversões, ou a obra de arte como origem

Abstract

Talvez não intencionalmente, o texto sobre A Origem da Obra de Arte , de Heidegger, contém uma recusa implícita das três teorias essencialistas clássicas em arte - representacionalismo, emotivismo e formalismo – e razões importantes para considerar insuficientes as chamadas teorias da experiência estética que as substituíram, ao longo do século XX. No seu lugar, Heidegger deixou a célebre busca – não terminada – pelo ser-obra da obra de arte. E este ser-obra (o werk da Kunstwerk) supõe a defesa da obra de arte como origem ou abertura que não se pode confundir com uma especial modalidade de presença do ente. A especificidade da sua estética está nesta dificuldade: a de entender a obra de arte não como presença mas como abertura e como origem.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

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