Sociedade Portuguesa de Investigação em Educação Matemática (SPIEM)
Abstract
Ser capaz de organizar um conjunto de dados e representá-los em tabela ou gráfico de
barras é uma das ambições da aprendizagem matemática já no 1º ciclo. Contudo,
diferentes representações parecem afetar de modo distinto a interpretação de informação
pelos alunos. Carvalho (2008) destaca os gráficos de barras como mais facilitadores de
interpretação de informação do que tabelas ou casos isolados, com alunos do 8.º ano no
Brasil. Em Portugal, os alunos iniciam o trabalho com gráficos variados e tabelas a partir
de conjuntos de dados não organizados (aqui referidos como casos isolados) desde o 1º
ciclo. No entanto, pouco se sabe sobre o efeito do tipo de representação de informação na
interpretação que os alunos fazem da mesma. Os casos isolados, os gráficos de barras e
as tabelas são das primeiras representações de informação que os alunos aprendem no 1.º
ciclo. Procura-se aqui conhecer o efeito destes diferentes tipos de representação de
informação no desempenho dos alunos, tentando conhecer: 1) Que desempenhos
apresentam os alunos quando a informação é representada por gráficos de barras, tabelas
e casos isolados? 2) Que justificações apresentam na interpretação de informação nas
várias representações?CIEC - Centro de Investigação em Estudos da Criança, IE, UMinho (UI 317 da FCT), PortugalFundos Nacionais através da FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) e cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do COMPETE 2020 – Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI) com a referência POCI-01-0145-FEDER-007562info:eu-repo/semantics/publishedVersio