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Portugal e a ‘sociedade da informação’: alguns números

Abstract

[Introdução] Os números valem o que valem. Há quem os considere como argumento bastante e definitivo ou como sinal de rigor. Neste texto, eles serão, sobretudo, tomados como sinais, sintomas ou indicadores de tendências. Não é este o contexto adequado para aprofundar conceitos. E o de “sociedade da informação” é precisamente um daqueles que, ainda que muito usado, ou talvez por isso mesmo, exija mais esforço crítico. Aqui tomá-lo-emos como referente de uma configuração sócio-cultural em mudança, com implicações ao nível local e global e com incidência na economia, na política e na cultura. A sociedade da informação é marcada pela convergência das redes de telecomunicações, da informática e de broadcasting e pelas tecnologias de informação e comunicação, traduzida em inovações e modos e estilos de vida com repercussão em todos os sectores da vida social. Mas, desejavelmente, as tecnologias são (ou não) instrumentais a uma vida social e individual em que a informação necessária e relevante circule para todos e ajude a comunicar melhor. É esse o cunho e o sentido que aqui se considera importante.Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT

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