Neste texto, aborda-se a mediação política, tomando o Estado e a sociedade civil como referentes teóricos. Problematiza-se o estado de tipo policêntrico que de mediador no conflito social passa a articulador de consenso entre interesses pluralistas. Considera-se que a educação crítica no trabalho social não pode ignorar as redes e fluxos locais, nacionais e globais, que se combinam em moldes ideológicos contraditórios