1. A institucionalização da memória do contrabando – museus, monumentos e textos apologéticos. 2. O desaparecimento do contrabando tradicional: fim de um recurso material e emergência de um recurso narrativo. 3. A constituição de um discurso hegemónico sobre o contrabando: a valorização do “heróico contrabando tradicional”. 4. Fenómenos de polarização e esquematização narrativa: os “bons” e os “maus”. 5. Memórias do contrabando: a ética para lá da recordação. 6. “Cultura letrada” versus “cultura popular”, ou a mútua fecundação na consolidação de uma representação hegemónica do contrabando. 7. A memória como espaço disputa. 8. Como entender a patrimonialização da memória do contrabando