Devido à evolução contínua de programas de cálculo, é impensável efectuar projectos de estabilidade
nos dias de hoje sem o auxílio destas ferramentas. As dificuldades associadas à análise e
dimensionamento automático de lajes em betão armado parecem representar um cenário de interesse
significativo para a comunidade técnica. No presente trabalho comparam-se os resultados de três
programas comerciais de cálculo de lajes em termos de deslocamentos, esforços e armadura. Para esse
efeito são consideradas uma laje quadrada simplesmente apoiada, uma laje em L (descontinuidade
geométrica) e uma laje fungiforme (descontinuidade de carga devido ao apoio isolado), apresentandose
recomendações a adoptar na modelação. As possíveis estratégias de modelação para lajes contínuas
fungiformes são discutidas, tendo em vista uniformizar os esforços associados a forças pontuais