Tradicionalmente os dicionários têm por metodologia usar a classificação de “Provincianismo” ou “Regionalismo” em algumas unidades lexicais que consideram não fazerem parte da norma. Numa perspectiva cognitiva, procura-se aqui demonstrar que a variação lexical não pode ser tratada da mesma forma que a variação fonética e que havendo diatopicamente dois termos de larga aceitação, não há razões sócio-linguísticas para se ter que optar por um como “normal” e por outro como “provinciano” ou “regional”