Aquilo que, neste texto, se pretende estudar é a coerência interna da norma gramatical,
retomando para tal uma hipótese de trabalho (Silva, 2008b) – a de que a norma escolarmente adoptada
é instituída, em primeira instância, pela força da própria tradição gramatical, representada nas
descrições dos compêndios de gramática e reconfigurada pelos manuais e pelas práticas escolares