Universidade Católica Portuguesa. Faculdade de Filosofia de Braga
Abstract
Se, na generalidade da vida, a verdade pode ser um erro à espera de vez, em língua um erro é sempre uma verdade à espera de vez. Todo o erro (ou toda a “inovação” como prefere dizer Coseriu [1979]) pode vir a tornar-se uma forma adoptada, uma “verdade” da língua