O texto apresenta e discute resultados de um estudo desenvolvido no seio do GT-PA sobre a área curricular não disciplinar de Estudo Acompanhado, em duas vertentes: representações de professores e alunos (de três escolas) e potencial dos manuais de Estudo Acompanhado no desenvolvimento da autonomia na aprendizagem. Problematizam-se algumas dimensões críticas desta
área curricular, reconhecendo as suas potencialidades mas também os constrangimentos que se colocam à sua operacionalização