Este artigo demonstra, de acordo
com uma perspectiva Schenkeriana,
que o Prélude à “L’Après-midi d’un faune”
de Debussy pode ser modelado como
uma linha de oitava descendente. Também
revela a forma tradicional da peça
e sua íntima dependência do tonalismo
como meio de coerência, a despeito das
claras intenções contrárias do próprio
Debussy.This paper demonstrates that,
according to a Schenkerian perspective,
Debussy Prélude à “L’Après-midi d’un faune”
may be modelled as a descent octave
line. It also reveals the piece’s tradicional
formal design and its deep reliance on
tonality as a means of coherence, despite
the clear opposite intentions of Debussy
himself