O texto analisa algumas orientações curriculares oficiais e alguns livros didáticos de grandes editoras voltados para o ensino religioso – disciplina oferecida por escolas públicas no Brasil. O objetivo é saber desse material o que se define como “religião” e como se organiza o universo daí derivado – sobretudo, o modo como se equaciona o que seria comum e o que seria específico às tradições e aos grupos religiosos particulares. A inspiração para a análise vem de autores que exploram o estatuto contestado da categoria “religião”. O texto busca também problematizar parte dessa bibliografia e propõe pistas para futuros estudos