Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo
Doi
Abstract
Este artigo pretende problematizar a produção de “imagens de ostentação” presentes na mídia marcadas por narrativas de afirmação do consumo e tudo aquilo que o mercado oferece como produção de subjetividades. Neste escopo, escolhemos produções culturais ligadas às narrativas do narcotráfico que destacam de forma afirmativa o estilo de vida de narcotraficantes, assim como evidenciam o crime e o consumo que ele proporciona como locais privilegiados de construção de identidades