Este artigo trata de articulações entre a paixão cega e o amor consolidado diante de um problema de pesquisa desde a abordagem metodológica até a delimitação conceitual e de trajetória da pesquisa. Tramando a metodologia com a delimitação de um problema e visibilidade de percursos fortuitos ou não a serem trabalhados no período de dois anos do mestrado, o desejo de pesquisar vincula-se á necessidade de escrever aquilo que foi escrito só que por um viés outro, criando um universo para deleite enamorado