Este artigo irá analisar a linguagem da capoeira angola pelo viés da Ecolinguística, de acordo com Nenoki do Couto (2013) e Couto (2007), associada aos estudos da Antropologia do Imaginário, segundo Gilbert Durand (2002). O objetivo geral é demonstrar que a linguagem da capoeira é integradora dos elementos linguísticos, paralinguísticos, proxêmicos e cinésicos, como evidenciados em seus cantos entoados no momento da roda de capoeira. Para comprovar essa tese são analisados alguns cantos da capoeira angola praticada pelo Grupo Calunga de capoeira angola de Goiânia/Goiás