Existe alguma controvérsia sobre a adequabilidade dos elementos finitos tetraédricos lineares
de 4 nós e quadráticos de 10 nós para simulações de estruturas ósseas presentes em determinados
problemas da biomecânica. Neste artigo analisa-se o desempenho destes dois tipos de elementos
na modelação numérica do fémur distal e da tíbia proximal, necessárias para estudos sobre a
prótese do joelho. Faz-se também estudo complementar experimental com uso de extensometria
para comparação das extensões obtidas com as deformações numéricas. Os resultados mostram
que se obtém excelente correlação numérica-experimental para malhas tetraédricas de 4 nós, com
6 graus de liberdade por nó, com um número de graus de liberdade superiores a 125000 para a
tíbia e superiores a 160000 para o fémur