Mestrado em Engenharia e Gestão IndustrialEste estudo pretende mostrar como a percepção das cinco dimensões da
virtuosidade organizacional (confiança, compaixão, integridade, perdão e
otimismo) explica a medida da auto-eficácia das equipas.
As percepções da virtuosidade organizacional foram obtidas através do
instrumento de medida proposto por Cameron, Bright e Caza (2004) e validado
em Portugal por Rego, Ribeiro e Cunha (2010). A auto-eficácia foi medida
através dos instrumentos criados por de Jong, Ruyter e Wetzels (2005) e
Lester, Meglino e Koosgaard (2002).
Inquiriu-se uma amostra de conveniência constituída por 204 funcionários não
docentes da Universidade de Aveiro, que descreveram as suas percepções da
virtuosidade organizacional. Dois meses depois foram convidados a descrever
a auto-eficácia das suas equipas, tendo respondido 145 indivíduos. Os
resultados sugerem que percepções de virtuosidade organizacional explicam
14% da variância da medida da auto-eficácia das equipas