'Universidad de Sevilla - Secretariado de Recursos Audiovisuales y Nuevas Tecnologias'
Abstract
O processo de internacionalização tem merecido a atenção de muitos investigadores ao longo das
últimas três décadas. Johanson e Valhne (1977) construíram um modelo dinâmico no qual a
internacionalização é vista como um processo gradual semelhante à evolução dos “anéis de água”. As
empresas começam por operar apenas no mercado doméstico, que será o seu mercado base, e a partir
daí começam a gradualmente aumentar o comprometimento e os recursos empregues nos mercados
externos. Contudo, estudos empíricos e teóricos têm vindo a testemunhar a existência de um novo tipo
de empresas, designadas por born global, que exportam desde o seu aparecimento. Estas empresas, não
se desenvolvem através de estágios graduais. Começam a internacionalização logo desde o seu
nascimento e, por vezes, em mercados muito distantes. Alguns autores defendem que o modelo de
Uppsala está morto, e que é necessário um novo paradigma. O objectivo deste artigo é saber até que
ponto este modelo pode ser adaptado às novas circunstâncias.The internationalization process has been the topic of a lot of researches during the past three decades.
Johanson and Valhne (1977) have made a dynamic model, which contends that the internationalization
process is gradual, such as “rings in water”. Firms begin operating only in domestic-market inasmuch
as this is their home base, and then they gradually they improve commitments and resources in the
foreign markets. However, empirical and theoretical studies report a new kind of firms, the so-called
born global firms, which start exporting since the birth. They don’t develop in incremental stages
related to the internationalization activities. They begin the internationalization right from the birth in
very distant markets. Some authors argue that the Uppsala Model was dead, and that a new paradigm
is necessary. The purpose of this article is to know if the Uppsala model can be adapted and if it can be
useful