Os dois últimos séculos foram integralmente preenchidos por um processo de escolarização centrado na cultura escrita, orientado para a normalização e para a universalização da leitura e da escrita, como meios de uma informação e de uma uniformidade sociocultural. Cumprida a instrução primária (correspondente a uma literacia e a uma numeracia suficientes para a resolução das questões do quotidiano), a escola abriu lugar à educação secundária, proporcionando, para além do núcleo linguístico, histórico e cultural pátrios, o acesso a uma (ou mais) língua(s) estrangeira(s)