Abstract

Abrange uma breve historia da apicultura mundial; descreve o processo de africanização da apicultura brasileira e as conseqüências positivas e negativas das abelhas africanizadas; aborda aspectos biológicos que necessitamos para manejar as abelhas africanizadas; descrevemos espécies vegetais que disponibilizam alimento para as abelhas; o efeito da levedura de cerveja na alimentação artificial das abelhas; apresentamos técnicas de manejo e criação de rainhas por pequenos apicultores. Foi revisado a bibliografia de comportamento higiênico, Varroa destructor e a tolerância das abelhas africanizadas a esse ácaro. Em conjunto com os apicultores realizamos testes piloto que mostraram a existência de colônias com infestação por esse ácaro com mais de 10% e mesmo assim elas ficaram entre as três melhores na produção de mel. Embora a ciência demonstre que as abelhas de origem europeia quando chegam neste nível de infestação, por Varroa destructor, necessite de tratamento com varroicida contra esse parasito, acreditamos que os genes da abelha africanizada para produção de mel e tolerância a Varroa não são necessariamente os mesmos. Nossas abelhas até o momento não necessitam de tratamento contra nenhum parasito, bactéria, fungo ou vírus. A consequência disso é um mel livre de resíduos de produto utilizados para manter a sanidade apícola

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