research

Ethos, Cognição, Paisagem

Abstract

Intrínsecas dificuldades emergem na reflexão sobre a cognição das paisagens: é possível reconhecer nas múltimodas disposições dos habitantes ou observantes as operações cognitivas que se dirigem ou reflectem a diversidade e multiplicidade de paisagens? Podemos colocar as dificuldades de outro modo: se tomarmos as paisagens como sujeitos particulares, se os seus mesmos habitantes ou observadores fazem desde logo parte delas, quais os modos de conhecer que são activados pelas paisagens? Se ao invés as considerarmos como objectos, que modos de verdade assistem ao seu conhecimento? Ponderadas as dificuldades, não prosseguimos a reflexão directamente, mas através da Arquitectura, num ensaio exploratório e limitado, preliminar a um estudo mais desenvolvido

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