A música assume uma posição especial por ser intermediária entre o universo físico e nós próprios, quando comparada às outras formas de manifestação artística da humanidade (ROCHBERG, 1972). Esta constatação deve-se à relação intrínseca que a música tem com vibrações físicas (propriedades do som mensuráveis) com alguma expressão na forma humana, que pode ocorrer, de acordo com Gfeller (2000), de várias maneiras, pois os estímulos musicais promovem respostas fisiológicas e idiossincráticas, devido as suas diferentes características e as variáveis individuais