research

Precisamos e vamos falar de violência!

Abstract

VII Seminário de Extensão Universitária da UNILA (SEUNI); VIII Encontro de Iniciação Científica e IV Encontro de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (EICTI 2019) e Seminário de Atividades Formativas da UNILA (SAFOR)O presente trabalho visa compartilhar reflexões iniciais proporcionadas pelo projeto de extensão intitulado “Precisamos e vamos falar de violência”, iniciado em março de 2019 na Universidade Federal da Integração Latino-Americana – UNILA. O projeto busca fomentar e qualificar a discussão sobre as diferentes nuances da violência percebidas pelos membros da comunidade acadêmica da UNILA, inclusive na interface com atores da comunidade externa, por meio de oficinas que estimulam o diálogo. Os temas trabalhados pelo projeto estão orientados pela Política de Equidade de Gênero: Martina Conde Piazza da UNILA (PEG), documento institucional orientador dos eixos de enfrentamento à violência contra a mulher, direitos LGBTQI+, étnico-racial e maternidade/paternidade. Como resultado parcial pode-se vislumbrar a intensificação na percepção da violência pelos partícipes da comunidade, com consequente encaminhamento de denúncias nos espaços internos e externos à Universidade, mostrando assim a necessidade permanente de um espaço de diálogo e atentando para a responsabilidade institucional de não-omissão e enfrentamento às situações de violênciaAgradecemos primeiramente à UNILA pelo financiamento do projeto e oportunidade de bolsa. Agradecemos às colegas estudantes, servidoras e professoras que viabilizaram a criação da Política de Equidade de Gênero e do referido projeto de extensão, essenciais para a democratização da permanência na UNILA. Agradecemos às palestrantes, às entidades e pessoas que colaboraram com o Projeto, em especial ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná (SindTest-PR), responsável por disponibilizar consultoria jurídica e alimentação. Por fim, agradecemos à comunidade negra, à comunidade LGBTQI+, às mulheres subversivas e aos corpos dissidentes que, com luta e resistência, construíram o caminho que permite o acesso democrático à universidade pública e de qualidad

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