Artigo apresentado como trabalho de conclusão do curso de Pós-Graduação em Relações Internacionais
Contemporâneas da UNILA – Turma 2017O presente artigo se vale da análise do papel da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no combate à exploração de crianças e adolescentes na Tríplice Fronteira, entre 2001 e 2005, para refletir sobre a atuação de um organismo internacional como mediador na proposição de medidas para o enfrentamento de problemas comuns a países limítrofes, como o caso de Argentina, Brasil e Paraguai. A partir desta proposta, a intenção é analisar se organizações internacionais, como a OIT, são agentes de governança global capazes de contribuir para a convergência de ações em situações complexas, como o crime transnacional. O trabalho também reflete se a intervenção das organizações internacionais nestes temas serve para perpetuar as dinâmicas de países centrais nos periféricos