Neste artigo analisamos o tempo que uma amostra de alunos de Lisboa dos 5º, 7º e 12º anos, dedicam às mais importantes fontes de informação disponíveis para o estudo das ciências: o manual escolar, os apontamentos, o visionamento de documentários científicos (BBC Vida Selvagem, National Geographic, Discovery Channel, etc.), o uso da Internet e CD-ROM, filmes e vídeos e/ou livros e revistas científicos. Neste âmbito, é problematizada a influência familiar e do professor, por um lado; e a motivação para ciências e o género dos alunos, por outro.
Os resultados evidenciam que as estratégias de estudo dos alunos são fundamentalmente influenciadas pela família comparativamente à influência do professor. Fica claro, que as referidas estratégias de estudo dos alunos variam em função da sua origem social, do género e do ano de estudo (5º, 7º ou 12º ano).info:eu-repo/semantics/publishedVersio