Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro - UTAD
Abstract
Constituindo-se como, mais, um modelo de supervisão clínica, o Modelo de
Supervisão de Hunter (1985, 1988, 1993), fruto de algumas características originais
que o distinguem dos demais, foi gerador de grande controvérsia. Essas
características provocaram alguma desconfiança por parte de especialistas e de
professores, que o encararam como uma forma de avaliar os docentes sem qualquer
preocupação sobre o seu desenvolvimento profissional, a sua autonomia e
criatividade.
Neste artigo procura-se contextualizar esse modelo e analisar o seu design com
base nas críticas de que foi alvo e nos argumentos de defesa apresentados pela
autora