O presente estudo teve por objetivo a avaliação da relação do parto e nascimento com a internação em UTI Neonatal, foram investigados os dados sociodemográficos e obstétricos maternos e neonatais. A pesquisa é do tipo exploratória-descritiva com uma abordagem quantitativa, o campo de ação foram dois hospitais do interior do Estado do Rio Grande do Sul localizados na Região Central do Estado, a amostra foi de 71 Notas de Alta de neonatos que internaram na UTI Neonatal, de janeiro a junho de 2015. Com os resultados da pesquisa observou-se que o principal fator de risco para internação na UTI Neonatal é a prematuridade, sendo que a maioria das mães dos prematuros não apresentaram nenhum fator de risco materno. O parto cesárea ocorreu em 87,32 % dos nascimentos que levaram os bebês a UTI Neonatal. Embora as mulheres realizaram mais consultas de pré-natal e o APGAR destes RNs foi adequado. A melhoria da saúde materna é um importante desafio para o sistema de saúde brasileiro, diversas mortes poderiam ser evitadas com uma atenção qualificada no pré-natal, parto e puerpério