Quando em julho de 2014, o ministro da Educação, Nuno Crato, anunciou que o ensino do
inglês passaria a ser obrigatório a partir do 3º ano de escolaridade já no ano letivo de
2015/2016, esta medida pareceu receber o apoio não só dos professores de inglês, dos pais e
educadores, como também da sociedade em geral.
Se, por um lado, o conhecimento da língua inglesa é visto como um instrumento incontornável
para o futuro profissional seja em qual for a área, existe também a ideia de que quanto mais
cedo começamos a aprender uma língua, provavelmente seremos mais capazes de atingir
níveis de competência elevados. Quanto ao primeiro argumento, não há dúvidas sobre a sua
autenticidade, basta darmos uma vista d’ólhos nos anúncios de emprego; quanto à segunda
asserção, existem vários estudos que parecem sustentar aquela idei