Em 1996 e 1997 a NATO soube adaptar-se ao novo ambiente internacional,
assegurar o sucesso da operação da Bósnia e tornar-se no elemento chave
da segurança euro-atlântica, que está a ser reconstruída em torno da
Aliança Atlântica. A edificação da nova NATO fez-se acrescentando novos módulos ao
núcleo da Aliança: a Identidade Europeia de Segurança e Defesa, uma
nova estrutura de comandos, o alargamento a três novos países, a política
da porta aberta a outros candidatos, o reforço da Parceria para a Paz, o
Conselho de Parceria Euro-Atlântica, o Conselho conjunto NATO-Rússia,
a Comissão NATO-Ucrânia e o diálogo com o Mediterrâneo. As consequências
para Portugal são políticas e militares