O processo de integração de Portugal no espaço comunitário exigiu abertura,
adaptação e globalização; no entanto, constata-se uma disfunção entre os
níveis de internacionalização das actividades económicas e a mundialização
da informação, por um lado, e as organizações administrativas, políticas e
socio-culturais, por outro. Impõe-se relançar o debate sobre a modema
regionalização administrativa, como condição necessúria de um desenvolvimento
socioeconómico integrado e sustentado das regiões portuguesas, bem
como de uma coesão nacional reforçada