No presente artigo o autor procura defender
que os assuntos do mar, apesar da sua característica
de hypercluster, envolvem toda a realidade
portuguesa e como tal devem ser assumidos
em articulação estrita com os restantes domínios
estratégicos da economia nacional. Para isso
é necessário uma elite dirigente que assuma os
assuntos do mar em toda a sua profundidade, o
que hoje não acontece, segundo o autor, porquanto
essa mesma elite dirigente não está formada
nem preparada para assumir uma política
do mar para Portugal. Salienta-se ainda a relevância
atribuída às oportunidades estratégicas
na relação com o Brasil e com os Palop´s que a
posição atlântica de Portugal facilita