No artigo o autor reflecte sobre como conferir
um papel mais relevante aos oceanos na política
nacional portuguesa, de forma a que a diferenciação
e a eficácia daí resultantes, proporcionem
vantagem competitiva ao país. Para isso, considera
imperativo recuperar as expressões políticas,
económica, ambiental e militar da consciência
estratégica dos portugueses relativamente
aos oceanos.
Justifica esta necessidade pelo facto de a consciência
estratégica ser essencial para despertar
as vocações, mobilizar as vontades e desenvolver
uma visão integrada do valor do mar para
Portugal