Ensinar e aprender são dois fenómenos complexos e vitais. Se a profissão de professor é desafiante em si mesma, ainda o é mais face à grande diversidade de alunos e das suas necessidades. No entanto, não será igualmente a “profissão” de aprendiz igualmente complexa e difícil? Não se depara o aluno também com uma grande diversidade de professores e diferentes tipos de ensino? Não será isso igualmente desafiante, complexo e difícil para o próprio aluno?
A teoria das inteligências múltiplas e as suas implicações para a diferenciação da aprendizagem e do ensino constitui-se como o enquadramento geral deste artigo.
Iremos centrar-nos nos tipos e multiplicidade de inteligências enquanto diferenças individuais dos alunos, visando compreender as suas implicações para a promoção da qualidade do ensino e da aprendizagem