Neste artigo propõe-se uma
discussão sobre a original abordagem do
corpo enquanto objeto na obra de Sergio
Prego. Procura-se compreender o jogo
entre virtual e real que o corpo ocupa nas
suas estratégias estéticas. Através da
análise das suas obras mais emblemáticas,
poderemos verificar a forma como estabelece
um jogo entre dicotomias e representa,
simultaneamente, um olhar sobre a definição
do espectador face ao espaço e ao tempo