Based on Donna Haraway's cyborg framework, where the author explores the interaction between individuals and technology, we engage in a discussion regarding algorithmic racism. We argue that as individuals become hybrids through the integration of technology into their daily lives, almost as an extension of their bodies, technology also plays a role in transforming and concealing long-standing racist practices in society. Thus, algorithmic racism operates by relegating Black cyborgs to processes that were already familiar before the hybridization of individuals and technology: discrimination, racism, and oppression. We also highlight the bibliography compiled from female theorists, many of whom are also Black, underscoring the need to bring attention to theoretical and critical discussions of cyborgs that are marginalized.A partir da construção do ciborgue desenvolvida por Donna Haraway, onde a autora explora o convívio entre indivíduos e as tecnologias, traçamos uma discussão relativa ao racismo algorítmico. Trazendo como argumento que ao passo que os indivíduos se tornam híbridos, a partir da inserção tecnológica em seu cotidiano e quase como uma parte de seus corpos, as tecnologias também agem metamorfoseando e dissimulando as práticas racistas presente na sociedade. Assim, o racismo algoritmo atua relegando ciborgues negras e negras aos processos já conhecidos antes do processo de hibridização entre indivíduos e tecnologias: discriminação, racismo e opressões. Destacamos ainda a bibliografia elaborada a partir de teóricas mulheres e que, em sua maioria, também são negras, elucidando a necessidade de evidenciar as discussões teóricas e críticas de ciborgues que em muito são marginalizadas